Os cortes serão em todas as filiais. A empresa afirma que a decisão foi motivada devido ao resultado do primeiro ano de prejuízo da companhia em quase uma década. A empresa prevê uma redução de 265 bilhões de ienes (US$ 2,9 bi) para este ano.
"A indústria automotiva mundial está em uma crise, e a Nissan não é exceção", afirmou o executivo-chefe do grupo Renault-Nissan, o brasileiro Carlos Ghosn. De acordo com o presidente da empresa, o fechamento de vagas atingirá 8,5% de toda a força de trabalho da Nissan.
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