A crise não está sendo muito sentida no Brasil ainda por causa do prolangamento da renda no final do ano. Com o décimo terceiro as pessoas sempre compram mais e as empresas sempre contratam mais para atender o aumento do consumo. As encomendas às industrias também aumentam. Mas quando chega janeiro é hora de pargar as contas. IPTU, IPVA, educação, e saldo do cartão de crédito. O dinheiro para o consumo diminui. E é aí que mora o perigo. A partir do próximo fevereiro o consumo das família deve cair, o que vai diminuir as encomendas às indústrias e, para manter os lucros, as empresas precisarão reduzir seus custos. Para isso demições serão inevitáveis.
Hoje, muitas empresas estão em férias coletivas. Quando esses trabalhadores voltarem outros entrarão em férias. Esse rodízio uma hora vai acabar. E as demissões vão se intensificar. Mais desemprego é menos salário, menos consumo, mais inadisplência. Menos encomendas nas índustrias e menor vendas no comércio. O que vai ajudar serão os benefícios de transferência de renda dos governos, como o Bolsa Família Federal e o Renda Cidadão, do Governo do Estado de São Paulo. Esses benefícios dão uma renda fixa e previsível. Não correm o risco de perder. Os benefícios governamentais ajudarão a manter parte do consumo das família e, assim, o emprego de muita gente. Mas esses benefícos têm um poder bastante limitado! Os valores são baixos. Varias de R$ 50 a R$ 182.
Por isso, um alternativa será o seguro-desemprego. Benefício pago por seis meses a quem perde o emprego. O desempregado consegue consumir durante seis meses depos da demissão. Mas num momento como esse, em que empregos não serão gerados como nos últimos dois anos, o governo deverá tomar medidas para ampliar a renda dos desempregados. Uma opção é fazer o seguro-desemprego de dez ou doze meses. Tudo para manter parte dos empregos puxados pelo consumo das famílias. Aumentar os benefícios dos aposentados e pensionistas acima da inflação também seria uma ótimo medida. Mas, será que tem dinheiro para tudo isso? Tem sim. E não precisa cortar os investimentos, que vão gerar emprego e aliviar os efeitas da crise no Brasil. É só segurar os mais de R$ 9 bilhões das emendas parlamentares e usá-las para coisas mais necessárias. Para issó será necessário um boa dose de vontade política e de firmeza nas decisões.
ABAIXO TEM UM VÍDEO QUE TOCA NESSE ASSUNTO. DO YOUTUBE.
Hoje, muitas empresas estão em férias coletivas. Quando esses trabalhadores voltarem outros entrarão em férias. Esse rodízio uma hora vai acabar. E as demissões vão se intensificar. Mais desemprego é menos salário, menos consumo, mais inadisplência. Menos encomendas nas índustrias e menor vendas no comércio. O que vai ajudar serão os benefícios de transferência de renda dos governos, como o Bolsa Família Federal e o Renda Cidadão, do Governo do Estado de São Paulo. Esses benefícios dão uma renda fixa e previsível. Não correm o risco de perder. Os benefícios governamentais ajudarão a manter parte do consumo das família e, assim, o emprego de muita gente. Mas esses benefícos têm um poder bastante limitado! Os valores são baixos. Varias de R$ 50 a R$ 182.
Por isso, um alternativa será o seguro-desemprego. Benefício pago por seis meses a quem perde o emprego. O desempregado consegue consumir durante seis meses depos da demissão. Mas num momento como esse, em que empregos não serão gerados como nos últimos dois anos, o governo deverá tomar medidas para ampliar a renda dos desempregados. Uma opção é fazer o seguro-desemprego de dez ou doze meses. Tudo para manter parte dos empregos puxados pelo consumo das famílias. Aumentar os benefícios dos aposentados e pensionistas acima da inflação também seria uma ótimo medida. Mas, será que tem dinheiro para tudo isso? Tem sim. E não precisa cortar os investimentos, que vão gerar emprego e aliviar os efeitas da crise no Brasil. É só segurar os mais de R$ 9 bilhões das emendas parlamentares e usá-las para coisas mais necessárias. Para issó será necessário um boa dose de vontade política e de firmeza nas decisões.
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