quarta-feira, dezembro 31, 2008
Por Que investir em infra-estrutura?
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Davi Carvalho
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terça-feira, dezembro 30, 2008
Confiança da indústria é a menor desde 1998
Isso signifca que quem vende está com medo de comprar e não vender. Ou ainda, está com medo de produzir e sobrar muito sem compradores. Esse é a crise na cabeça dos industriais. Páram de investir no aumento da produção ou na comprar ou construção da outra fábrica porque ACHAM que não precisam de tudo isso para atender ao consumo que está em queda. Se elas não investem não geram empregos, e o pior demitem. Quando o número de desempregados for bastante grande essas próprias empresas sentirão novamente redução nas suas vendas. Estoque aumentam e precisam de menos trabalhadores para atenderem aos consumidores. Mais demissões. Enfim... Não serão as empresas que vão nos tirar da situação de baixo crescimento que viveremos a partir de 2009. Elas querem defender os seus lucros e as sua sobrevivência. Não há nenhum tipo de comprometimento com a construção de uma nação ou um país mais justo. Com a manutençaõ de investimentos, de empregos e do consumo. Nada disso. Em momentos de crise é cada um por si.
Nesses momentos os governos são os jogadores que têm o maior peso. Eles devem ter preocupação pública, com o bem estar da população e com a suas arrecadações. Por isso, governos responsáveis e sensatos não reduzem investimentos. São eles que vão gerar os empregos necessários para manter a economia aquecida e ajudarão a tirar a crise de dentro da cabeça de consumidores e empresários.
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Davi Carvalho
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segunda-feira, dezembro 29, 2008
Sem ter quem nos defenda, por Alon Feuerwerker
Com argumentos enviesados, garantiram-se ganhos extras aos especuladores do câmbio, que poderão passar um fim de ano ainda mais gordo. No Brasil governado pelo PT o Banco Central autonomizou-se e foi cristalizado como uma espécie de estado-maior da banca privada. Na outra ponta da corda, pendurados pelo pescoço, o empresário e o consumidor comum sofrem com a resistência dos bancos a emprestar o dinheiro que, graças ao governo, irriga os cofres das instituições bancárias aos montões.
Se o PT estivesse na oposição, denunciaria o cenário com veemência, apontando-o como paradigma da crueldade social e econômica propiciada pelo neoliberalismo.Mas o PT está no governo e silencia. E como a atual oposição tem nesse assunto o rabo tão preso quanto o PT, o brasileiro acaba ficando sem ter quem o defenda.
Sobra Lula. Pesquisa após pesquisa, os analistas buscam razões para a popularidade recorde de Luiz Inácio Lula da Silva. E conforme aumenta o espanto dos especialistas, cresce também a busca por explicações de fundo subjetivo ou até místico. Inventa-se um “lulismo”, fenômeno inexistente mas útil, na sua virtualidade, para os autoproclamados sabichões tentarem explicar ao distinto público por que as coisas não se passam conforme o previsto, por que o presidente da República não é tragado pelo furacão.
Ameaçado por uma crise extremamente grave, com retração do consumo e risco ao emprego, o brasileiro apóia Lula porque está convencido de que o presidente faz o melhor possível diante das dificuldades e das limitações. Mas essa minha explicação corre o risco da tautologia, de tentar explicar-se por si mesma. Não basta dizer que Lula tem apoio porque a maioria gosta do governo dele. Isso é só uma tautologia. É preciso tentar compreender os porquês.
Para que as pessoas dessem as costas a Lula e decidissem seguir outro comando, seria necessário que os candidatos a líder dissessem abertamente o que fariam de diferente caso estivessem no poder. Mas isso não basta, seria imperioso que as alternativas tivessem alguma consistência ou racionalidade. Que ao menos parecessem motivadas por algum tipo de defesa do interesse público.
O que a oposição diz a respeito da insistência do Banco Central nos juros estratosféricos? Nada. O que a oposição acha do encarecimento e retração dos empréstimos bancários a empresas e consumidores? Aparentemente nada. Mas seria injusto dizer que a oposição está parada. A última dos partidos oposicionistas foi tentar impedir a destinação de recursos ao Fundo Soberano, um mecanismo que começou nebuloso mas que adquiriu inesperada funcionalidade, diante de uma crise para a qual o investimento público maciço é remédio receitado com entusiasmo.
Diz a oposição que o governo faria melhor se em vez de alimentar o Fundo Soberano usasse o caixa para reduzir dívidas. Aí o sujeito olha bem e respira aliviado, por a oposição não estar no governo. A hora não é de reduzir o endividamento público, mas de aumentá-lo. Junto com crédito abundante e barato, a expansão do investimento estatal é o outro mecanismo capaz de tornar a travessia mais suave. Só que a oposição, perfilada com o Banco Central na defesa do juro alto, trabalha para dificultar os investimentos públicos na hora em que eles são mais necessários.
E depois se espantam quando as pesquisas dão Lula lá em cima.
Do Blog do Alon
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Davi Carvalho
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4:35 PM
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sábado, dezembro 27, 2008
Investimentos e mercado interno ajudam a China enfrentar a Crise
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Davi Carvalho
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terça-feira, dezembro 23, 2008
Marcelo Tas mostra a crise financeira na cabeça das pessoas
Dividida em três episódios, a série traz o olhar criativo e provocador de Marcelo Tas sobre a crise econômica que abalou os mercados financeiros mundiais. Sempre com o bom humor que lhe é característico.
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Davi Carvalho
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5:25 AM
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domingo, dezembro 21, 2008
Atividade na Mídia - Domingo
Obama promete empregos para estimular consumo
Na semana passada, o presidente eleito apresentou aos congressistas democratas uma proposta de conceder para a classe média cortes em impostos entre US$ 675 bilhões a US$ 775 bilhões, além de ajuda a governos estaduais para investir em infra-estrutura e nos sistemas de saúde e de educação --um plano para colocar mais pessoas para trabalhar.
Obama eleva meta e quer criar 3 milhões de empregos em dois anos
O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, expandiu suas metas para o pacote federal de estímulo para a economia com o objetivo de acompanhar as perspectivas cada vez mais pessimistas. O novo plano pretende criar e preservar ao menos 3 milhões de empregos nos próximos dois anos, informa o jornal "Washington Post" neste domingo.
O novo alvo --o anterior era criar 2,5 milhões de vagas-- foi anunciado após uma reunião de quatro horas realizada na semana passada com a cúpula dos conselheiros econômicos. Eles disseram a Obama que os EUA perderão 3,5 milhões de postos no ano que vem e que a taxa de desemprego atual, de 6,5%, subiria para 9%, uma marca inédita desde os anos 80. Folha On Line
Para FMI, governos precisam gastar mais para combater crise
Em novembro, o FMI revisou para baixo a previsão de crescimento global de 3% para 2,2%. "Estou particularmente preocupado com o fato de que nossa previsão, já muito negativa, vai ser ainda mais negativa se um estímulo fiscal apropriado não for colocado em prática", disse Strauss-Kahn em entrevista à BBC.
Para o diretor-gerente do FMI, seria preciso um pacote equivalente a 2% do Produto Interno Bruto global, cerca de US$ 1,2 trilhão (R$ 2,9 trilhões), para fazer uma diferença significativa. Folha On Line
Crise ameaça emprego formal
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Davi Carvalho
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11:15 AM
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sábado, dezembro 20, 2008
Décimo Terceiro segura o consumo e os preços
Hoje, muitas empresas estão em férias coletivas. Quando esses trabalhadores voltarem outros entrarão em férias. Esse rodízio uma hora vai acabar. E as demissões vão se intensificar. Mais desemprego é menos salário, menos consumo, mais inadisplência. Menos encomendas nas índustrias e menor vendas no comércio. O que vai ajudar serão os benefícios de transferência de renda dos governos, como o Bolsa Família Federal e o Renda Cidadão, do Governo do Estado de São Paulo. Esses benefícios dão uma renda fixa e previsível. Não correm o risco de perder. Os benefícios governamentais ajudarão a manter parte do consumo das família e, assim, o emprego de muita gente. Mas esses benefícos têm um poder bastante limitado! Os valores são baixos. Varias de R$ 50 a R$ 182.
Por isso, um alternativa será o seguro-desemprego. Benefício pago por seis meses a quem perde o emprego. O desempregado consegue consumir durante seis meses depos da demissão. Mas num momento como esse, em que empregos não serão gerados como nos últimos dois anos, o governo deverá tomar medidas para ampliar a renda dos desempregados. Uma opção é fazer o seguro-desemprego de dez ou doze meses. Tudo para manter parte dos empregos puxados pelo consumo das famílias. Aumentar os benefícios dos aposentados e pensionistas acima da inflação também seria uma ótimo medida. Mas, será que tem dinheiro para tudo isso? Tem sim. E não precisa cortar os investimentos, que vão gerar emprego e aliviar os efeitas da crise no Brasil. É só segurar os mais de R$ 9 bilhões das emendas parlamentares e usá-las para coisas mais necessárias. Para issó será necessário um boa dose de vontade política e de firmeza nas decisões.
ABAIXO TEM UM VÍDEO QUE TOCA NESSE ASSUNTO. DO YOUTUBE.
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Davi Carvalho
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6:51 AM
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sexta-feira, dezembro 19, 2008
Evolução do Desemprego Durante o Ano
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Davi Carvalho
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8:28 AM
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Na feira com o Banco Central
Se vai sobra tanto a relação "oferta e procura" deve derrubar os preços dos produtos, senão vende menos e "estraga" o resto. O que significa menos lucros para o produtor, empresas e loja.
Os tradicionais problemas com inflação só podem voltar se aumentar o emprego e o crédito. Isso se a indústria e os governos não investirem, o que é difícil em época de aumento de emprego. Mais emprego é mais gente com salário. O resultado é mais consumo e menos frutas e legumes na feira. Aí o preço pode subir. Mas em num ambiente de crise como o que vivemos esperar pela inflação é no mínimo sinal de desconhecimento. Aí embaixo um vídeo do Jornal das Dez, da GloboNews.
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Davi Carvalho
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7:08 AM
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Serra terá 20 bilhões a mais em 2009
"A Assembléia Legislativa de São Paulo aprovou ontem o Orçamento estadual de 2009, por 55 votos a 16. Pelo texto, o governador paulista José Serra (PSDB) terá disponíveis para gastos R$ 116 bilhões, o que significa crescimento de eceita da ordem de 20%, já que o Orçamento de 2008 previa uma arrecadação de R$ 96 bilhões. Mas os deputados posicionistas alegam que na verdade a receita será ainda maior, o que dará a Serra grande liberdade para gastos." Informa o Valor on Line
O governo do Estado não divulgou como vai usar o recurso adicional, mas que seja com investimento em infra-estrutura ou em de políticas sociais. Esses R$ 20 bilhões a mais não impedirão que a crise faça estragos sérios no estado, mas dá mais força para que o governo desempenhe a sua função de tentar preservar os nívei de emprego e de renda da população.
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Davi Carvalho
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6:12 AM
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quinta-feira, dezembro 18, 2008
Brasil melhora IDH mas crise pode atrapalhar
A avaliação é do economista Marcelo Paixão, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Segundo ele, o IDH divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) é referente ao ano de 2006, quando a economia brasileira e mundial estava em ritmo de ascensão.
O problema, segundo Paixão, será o índice revelado em 2010, justamente um ano eleitoral, que refletirá a crise econômica de 2008. “Pelo momento econômico que vivemos [em 2006], poderíamos ter avançado mais que outros países. Agora é preciso preservar a área social de cortes por causa da crise”, disse.
Para que o IDH futuro não se reduza, o economista dá a receita: “temos que investir em saneamento básico, para que a mortalidade infantil caia, e políticas para a juventude, para evitar a mortalidade por violência, principalmente entre pobres e negros”.
ABAIXO UMA REPORTAGEM DO GLOBONEWS
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Davi Carvalho
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6:55 PM
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Queda na produção de grandes empresas faz setor de peças demitir
Mas ainda é assim no setor de auto peças, que tem menos tecnologia e que depende das vendas dos carros, das geladeiras, televisores e motos para manter ou aumentar a produção. Isso pórque as montadoras apenas montam os carros no BRasil e as peças são produzidas por outras empresas. Como caiu o consumo de carros, motos e geladeiras, caiu também as encomendas das grandes empresas para as fornecedoras de parafusos, câmbio, chapas de aço, termostato, entre outros produtos. Desse jeito, as fabricantes de peças começam a ter estoques maior. Se tem bastante, caiu o preço da peça e o lucro da empresa também. Para manter brigar pelo seus lucros o setor de peças demite. Ái o probema fica mais sério, porque tem muito mais gente empregado nesse setor do que nas grandes empresas de carros e de bens de consumo duravies.
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Davi Carvalho
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4:24 AM
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Um terço das grandes empresa vão demitir em 2009
Santiago. Os resultados da crise financeira não acabam. Com o complicado cenário econômico atual, as projeções para 2009 não são muito animadoras. Segundo um estudo da consultoria Mercer, chamada Liderança durante Tempos Sem Precedentes, um terço das empresas multinacionais (35%) deve fazer reduções significativas em sua força de trabalho.
de recursos humanos e finanças, que representam organizações com operações em mais de 100 países. 35% dos entrevistados disseram que devem fazer demissões em massas – um número significativo, mas, devido a profundidade da crise, é uma resposta relativamente conservadora. Link da América Economia.
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Davi Carvalho
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quarta-feira, dezembro 17, 2008
Opep faz maior corte de sua história em produção de petróleo
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Davi Carvalho
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9:48 AM
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terça-feira, dezembro 16, 2008
No interior de São Paulo férias para seis mil trabalhadores
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Davi Carvalho
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12:41 PM
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Arrecadação federal cai em novembro
No acumulado do ano, de janeiro a novembro, a arrecadação da Receita totaliza R$ 619,447 bilhões, o que representa um aumento real de 9,16% em relação ao mesmo período de 2007.
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Davi Carvalho
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Você entende mesmo a crise?
O link pra página taki.
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Davi Carvalho
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domingo, dezembro 14, 2008
CUT cobra contrapartida de empresas beneficiadas
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Davi Carvalho
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Inovação e Sobrevivência
Em 1908, o consumo do Ford T(10,5 kilometros por litro) era melhor que o de muitos modelos 2008 da Ford, GM e Chrysler.
Como pode empresas tão grandes se preocupar tão pouco com o futuro delas próprias. Elas merecem o que o futuro os reserva.
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Davi Carvalho
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6:46 AM
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Na feira com o Banco Central
Os produtos que eram vendidos lá fora, os exportados, não estão saindo. Terão que ser vindidos aqui no Brasil mesmo. O consumo dos produtos também vai cair no brasil e no mundo, por consequencia do desemprego e da diminuição do crédito. É mais produto que vai sobrar nas lojas, nos supermercados, nas farmácias, enfim...
Se vai sobra tanto a relação "oferta e procura" deve derrubar os preços dos produtos, senão vende menos e "estraga" o resto. O que significa menos lucros para o produtor, empresas e loja.
Os tradicionais problemas com inflação só podem voltar se aumentar o emprego e o crédito. Isso se a indústria e os governos não investirem, o que é difícil em época de aumento de emprego. Mais emprego é mais gente com salário. O resultado é mais consumo e menos frutas e legumes na feira. Aí o preço pode subir. Mas em num ambiente de crise como o que vivemos esperar pela inflação é no mínimo sinal de desconhcimento.
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Davi Carvalho
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6:14 AM
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domingo, dezembro 07, 2008
Indústria automotiva dos EUA pode desaparecer, diz Krugman
A Casa Branca e o Partido Democrata avançaram nesta final de semana nas negociações para aprovar um pacote de socorro de US$ 15 bilhões às três grandes montadoras dos EUA. O presidente da GM pediu US$ 25 bilhões só para a sua empresa. E ao perceber que o governo americano não estava muito interessado em ajudara a General Motors começou a passar o chapéu para o governo do Canada e de países europeu. Essa atitude seria para evitar demissões.Os EUA já tiveram um corte de 533 mil postos de trabalho em novembro.
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Davi Carvalho
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quarta-feira, novembro 19, 2008
Documentário Cartão de Crédito
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Davi Carvalho
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Recessão na Cabeça
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Davi Carvalho
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"A Crise Vai Piorar Antes de Melhorar", Barack Obama
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Davi Carvalho
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