O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique da Silva Santos, lamentou que as medidas anunciadas ontem (11) pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, não tenham definido, como contrapartida das empresas e dos setores beneficiados, a manutenção do nível de emprego.
“Se o objetivo do governo é incentivar o consumo, não basta apenas reduzir impostos. É fundamental garantir que os empregos sejam mantidos, porque só assim o trabalhador retomará a confiança necessária para consumir”, argumentou Artur Henrique. "Essas contrapartidas são a garantia de que os benefícios concedidos pelo governo alcançarão seu objetivo maior”, completou.domingo, dezembro 14, 2008
Inovação e Sobrevivência
Inovação? Um dos ensinamentos mais tradicionais dos cursos de gestão é que não se pode acomodar. É no auge que se pensa as mundanças futuras. As três produtoras de caros dos EUA Ford, GM y Chrysler tiveram lucros gigantes por mais de 50 anos. Acharam que duraria para sempre. Mas não. O que estamos vendo é um ocaso de três impérios industriais, que são um exemplo quase morto do apego ao lucro imediato. Inovaram? Dá uma olhada.
Em 1908, o consumo do Ford T(10,5 kilometros por litro) era melhor que o de muitos modelos 2008 da Ford, GM e Chrysler.
Como pode empresas tão grandes se preocupar tão pouco com o futuro delas próprias. Elas merecem o que o futuro os reserva.
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Davi Carvalho
às
6:46 AM
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Na feira com o Banco Central
Você já deve ter ído comprar maça, batata ou cebola. O que a gente percebe: quando tem muito produto o preço cai e quando tem pouco sobe. É a "lei da oferta e procura". Tão conhecida, talvez inconcientemente, das pessoas que vão às compras. Mas os técnicos do Banco Central(BC) parecem não conhecer essa relação preço e procura. Na ata divulgada ontem que explica os motivos de manter os juros em 13,75% os brilhantes economistas do BC falam de inflação. Como?
Os produtos que eram vendidos lá fora, os exportados, não estão saindo. Terão que ser vindidos aqui no Brasil mesmo. O consumo dos produtos também vai cair no brasil e no mundo, por consequencia do desemprego e da diminuição do crédito. É mais produto que vai sobrar nas lojas, nos supermercados, nas farmácias, enfim...
Se vai sobra tanto a relação "oferta e procura" deve derrubar os preços dos produtos, senão vende menos e "estraga" o resto. O que significa menos lucros para o produtor, empresas e loja.
Os produtos que eram vendidos lá fora, os exportados, não estão saindo. Terão que ser vindidos aqui no Brasil mesmo. O consumo dos produtos também vai cair no brasil e no mundo, por consequencia do desemprego e da diminuição do crédito. É mais produto que vai sobrar nas lojas, nos supermercados, nas farmácias, enfim...
Se vai sobra tanto a relação "oferta e procura" deve derrubar os preços dos produtos, senão vende menos e "estraga" o resto. O que significa menos lucros para o produtor, empresas e loja.
Os tradicionais problemas com inflação só podem voltar se aumentar o emprego e o crédito. Isso se a indústria e os governos não investirem, o que é difícil em época de aumento de emprego. Mais emprego é mais gente com salário. O resultado é mais consumo e menos frutas e legumes na feira. Aí o preço pode subir. Mas em num ambiente de crise como o que vivemos esperar pela inflação é no mínimo sinal de desconhcimento.
Por
Davi Carvalho
às
6:14 AM
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