O grupo pede também que as reuniões do Conselho de Política Monetária (COPOM) seja realizadas a cada 15 dias enquanto durar a crise. Hoje as reuniões são realizadas a cada 45 dias.
Outras reivindicações são: Redução dos spreads bancários e a ampliação do número de integrantes do Conselho Monetário Nacional (CMN), de três para sete membros, abrindo o órgão à participação de outras áreas do governo, da área acadêmica e das forças produtivas.
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