O objetivo é reduzir os custos. As empresas não querem ficar com estoques, senão forçam queda nos preços. Não precisam produzir tanto e por isso não precisa de trabalhadores durante 8 horas por dia. Pagando menos aos trabalhadores só as empresas ganham. Com os trabalhadores fica a incerteza e a necessidade de se rearranjar com o novo salário.
Em tempo de crise de consumo tirar dinheiro do trabalhador/consumidor é trazer a crise, definitivamente, para dentro do país. A aumentar ainda mais a queda na produção industrial, aumentar o desemprego e criar um campo fértil para deflação e recessão.
O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), Paulo Skaf, contestou nesta quarta-feira as declarações do ministro trabalho, Carlos Lupi, de que as empresas beneficiadas por medidas do governo não possam demitir. Skaf também defendeu a redução da jornada de trabalho e de salários para evitar demissões no país, sem a garantia de estabilidade de emprego. As centrais sindicais são contra. Mas a Força Sindical aceita negociar.
A FIESP acha que agora é um momento para se discutir a flexibilização das leis trabalhistas. Ontem, Lupi disse que não há motivos para demissões e defendeu que sejam dadas garantias de emprego pelas empresas que recebem incentivos e crédito subsidiado do governo. Mais na Folha On Line.
Em tempo de crise de consumo tirar dinheiro do trabalhador/consumidor é trazer a crise, definitivamente, para dentro do país. A aumentar ainda mais a queda na produção industrial, aumentar o desemprego e criar um campo fértil para deflação e recessão.
O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), Paulo Skaf, contestou nesta quarta-feira as declarações do ministro trabalho, Carlos Lupi, de que as empresas beneficiadas por medidas do governo não possam demitir. Skaf também defendeu a redução da jornada de trabalho e de salários para evitar demissões no país, sem a garantia de estabilidade de emprego. As centrais sindicais são contra. Mas a Força Sindical aceita negociar.
A FIESP acha que agora é um momento para se discutir a flexibilização das leis trabalhistas. Ontem, Lupi disse que não há motivos para demissões e defendeu que sejam dadas garantias de emprego pelas empresas que recebem incentivos e crédito subsidiado do governo. Mais na Folha On Line.
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