É o que diz o governo daquele país em seu relatório econômico de janeiro. Pelo quarto mês seguido o Japão reduz suas expectativas com a sua economia.
É a avaliação mais pessimista do governo sobre a economia desde novembro de 2001. No relatório, o governo disse que a "severa volatilidade nos mercados acionários e de câmbio pode empurrar a economia japonesa ainda mais para baixo".
O índice Nikkei 225, da Bolsa de Tóquio, caiu 42% em 2008, a maior queda já registrada. Em 2009, até odia 19 de janeiro, a queda acumulada é de 6,8%. Enquanto isso, o iene tem se segurado bem em torno de 90,50 ienes para o dólar. Um iene valorizado prejudica os exportadores japoneses, ao tornar os produtos japoneses mais caros no exterior.
No relatório consta que "os lucros corporativos estão caindo substancialmente e o investimento empresarial está declinando".
As medidas tomadas pelos países só terão impactoa médio e longo prazo. Nada impede a recessão e seus desdobramentos. A redução do comérici global, o aumento do desemprego, queda no consumo e retração da economia já está contratada. É inevitável. E pior, vai se aprofundar. Afinal, os problemas apenas começaram, mas ninguém diz quando vão terminar.
Não é que as medidas são inválidas e não deveriam ser tomadas agora. Elas são importantes, mas para ajudar numa recuperação futura.
É a avaliação mais pessimista do governo sobre a economia desde novembro de 2001. No relatório, o governo disse que a "severa volatilidade nos mercados acionários e de câmbio pode empurrar a economia japonesa ainda mais para baixo".
O índice Nikkei 225, da Bolsa de Tóquio, caiu 42% em 2008, a maior queda já registrada. Em 2009, até odia 19 de janeiro, a queda acumulada é de 6,8%. Enquanto isso, o iene tem se segurado bem em torno de 90,50 ienes para o dólar. Um iene valorizado prejudica os exportadores japoneses, ao tornar os produtos japoneses mais caros no exterior.
No relatório consta que "os lucros corporativos estão caindo substancialmente e o investimento empresarial está declinando".
As medidas tomadas pelos países só terão impactoa médio e longo prazo. Nada impede a recessão e seus desdobramentos. A redução do comérici global, o aumento do desemprego, queda no consumo e retração da economia já está contratada. É inevitável. E pior, vai se aprofundar. Afinal, os problemas apenas começaram, mas ninguém diz quando vão terminar.
Não é que as medidas são inválidas e não deveriam ser tomadas agora. Elas são importantes, mas para ajudar numa recuperação futura.
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