Você já deve ter ído comprar maça, batata ou cebola. O que a gente percebe: quando tem muito produto o preço cai e quando tem pouco sobe. É a "lei da oferta e procura". Tão conhecida, talvez inconcientemente, das pessoas que vão às compras. Mas os técnicos do Banco Central(BC) parecem não conhecer essa relação preço e procura. Na ata divulgada ontem que explica os motivos de manter os juros em 13,75% os brilhantes economistas do BC falam de inflação. Como?
Os produtos que eram vendidos lá fora, os exportados, não estão saindo. Terão que ser vindidos aqui no Brasil mesmo. O consumo dos produtos também vai cair no brasil e no mundo, por consequencia do desemprego e da diminuição do crédito. É mais produto que vai sobrar nas lojas, nos supermercados, nas farmácias, enfim...
Se vai sobra tanto a relação "oferta e procura" deve derrubar os preços dos produtos, senão vende menos e "estraga" o resto. O que significa menos lucros para o produtor, empresas e loja.
Os produtos que eram vendidos lá fora, os exportados, não estão saindo. Terão que ser vindidos aqui no Brasil mesmo. O consumo dos produtos também vai cair no brasil e no mundo, por consequencia do desemprego e da diminuição do crédito. É mais produto que vai sobrar nas lojas, nos supermercados, nas farmácias, enfim...
Se vai sobra tanto a relação "oferta e procura" deve derrubar os preços dos produtos, senão vende menos e "estraga" o resto. O que significa menos lucros para o produtor, empresas e loja.
Os tradicionais problemas com inflação só podem voltar se aumentar o emprego e o crédito. Isso se a indústria e os governos não investirem, o que é difícil em época de aumento de emprego. Mais emprego é mais gente com salário. O resultado é mais consumo e menos frutas e legumes na feira. Aí o preço pode subir. Mas em num ambiente de crise como o que vivemos esperar pela inflação é no mínimo sinal de desconhcimento.
Nenhum comentário:
Postar um comentário